segunda-feira, 27 de agosto de 2012

MAMIFEROS

MAMIFEROS 



CARACTERISTICAS
A formação de uma placenta, um anexo que permite as trocas respiratórias e nutritivas entre o feto e a mãe, contribuindo para que aquele passe todo o seu período de desenvolvimento no interior do útero materno, livre dos perigos do meio exterior;

A caixa craniana (exceto nos mamíferos mais primitivos) é comparativamente maior;

O crânio tem dois côndilos ocipitais, o que não permite uma rotação tão ampla da cabeça sobre o pescoço, como se sucede com as aves;

O quadrado e ossos articulares servem à articulação nessa classe pelos ossículos do ouvido médio;

Circulação ampla e completa, com o coração apresentando 4 cavidades distintas.
Respiração pulmonar. 

Presença de diafragma separando a cavidade torácica da cavidade abdominal;

Encéfalo altamente desenvolvido, mostrando numerosas circunvoluções que dão maior extensão à superfície ou córtex cerebral, onde se aloja a massa cinzenta;

Os dentes são diferenciados em caninos, molares e incisivos;

O seu crescimento é limitado;

O metabolismo dos mamíferos é mais elevado que o dos répteis, mas inferior ao das aves;
A coluna vertebral divide-se em cinco zonas específicas (cervical, toráxica, lombar, sagrada e caudal), permitindo movimentos de flexão e extensão no plano (vertical) de simetria do corpo, em vez de ondulações laterais, como nos anfíbios e répteis.

AVES

AVES


CARACTERISTICAS
1. Endotermia
2. Desenvolvimento das penas
3. Desenvolvimento de ossos pneumatizados
4. Perda, atrofia ou fusão de ossos e órgãos
5. Desenvolvimento de um sistema de sacos aéreos
6. Postura de ovos
7. Presença de quilha, expansão do osso esterno, na qual se prendem os músculos que movimentam as asas
8. Ausência de bexiga urinária
9. Ausência de dentes
10. Corpo leve e aerodinâmico
11. As penas,consideradas como diagnóstico das aves atuais, estão presentes em outros grupos de dinossauros, entre eles o próprio Tyrannosaurus rex. Estudos apontam que a origem das penas se deu a partir de modificações das escamas dos répteis, tornando-se cada vez mais diferenciadas, complexas e, posteriormente, vieram a possibilitar os voos planado e batido. Acredita-se que as penas teriam sido preservadas na evolução por seu valor adaptativo, ao auxiliar no controle térmico dos dinossauros – uma hipótese que aponta para o surgimento da endotermia já em grupos mais basais de Dinosauria (com relação às aves) e paralelamente com a aquisição da mesma característica por répteis Sinapsida, que deram origem aos mamíferos.
12. Os ossos pneumáticos também são encontrados em outros grupos de répteis. Apesar de serem ocos (sendo um termo melhor "não-maciços"), os ossos das aves são muito resistentes, pois preservam um sistema de trabéculas ósseas arranjadas piramidalmente em seu interior. Com relação a características ósseas relacionadas à adaptação ao voo, podemos citar:
  Diminuição do crânio, sendo este composto por ossos completamente fusionados no estágio adulto;

  Rostrum (mandíbula + maxilar) leve, podendo ser "oco" (p. ex. em tucanos, Ramphastidae) e coberto por uma camada córnea, a ranfoteca;
ave (quando em voo);

  Diminuição do número de vértebras, em especial no sinsacrum (fusão de vértebras e outros ossos da cintura pélvica) e pigóstilo (vértebras caudais fusionadas)

  Tarsos (mãos) com grande fusão de ossos, sendo que atualmente só se observam três dedos;

  Fusão das clavículas formando a fúrcula (conhecido popularmente como "osso da sorte"), como adaptação ao fechamento dos órgãos dentro de uma caixa óssea;

Costelas dotadas de um processo uncinar (projeção óssea posteriormente direcionada de modo a fixar uma costela com a costela imediatamente atrás),
também uma adaptação ao fechamento;

  Prolongamento do osso esterno e desenvolvimento da carena ou quilha esternal, sendo que, o primeiro também é uma adaptação à formação da caixa óssea e o segundo uma adaptação para a implantação dos músculos do voo,necessariamente fortes.

  Fusão de ossos nas pernas (apêndices locomotores posteriores) formando a tíbia-tarso e tarso-metatarso. Quanto a outros órgãos, as aves perderam os dentes (redução do peso total do animal) e as bexigas, e a grande maioria dos grupos de aves perderam o ovário direito. O sistema de sacos aéreos funciona em conjunto com o sistema respiratório (por isso a respiração em aves é diferente dos outros grupos de tetrápodes). Ainda tem função de diminuir a densidade do animal, facilitando o voo e a natação (no caso de aves que mergulham). Todas essas características já são observadas em outros grupos de répteis, em especial nos Dinosauria, o que levou especialistas a classificar as aves não como um grupo à parte (Classe Aves, como era conhecida antigamente), e sim como um grupo especializado de dinossauros.

répteis



RÉPTEIS:

Ordens
 Ordem Crocodilia
 Ordem Squamata
 Ordem Rhynchocephalia
Ordem Testudinata
A classe Reptilia (do latim reptum = rastejar) inclui os lagartos, cobras, tartarugas, jabutis, crocodilos, jacarés e a tartaruga. A ciência que estuda os répteis chama-se herpetologia.

Os répteis surgiram a partir de um grupo de anfíbios primitivos e foram os primeiros vertebrados que se adaptaram á vida terrestre sem depender de água para a reprodução e respiração. Como mudanças evolutivas podemos citar:
 Pele mais resistente à perda de água mais ainda existem regiões onde a pele é mais fina para que haja locomoção;

 Poucas glândulas epidérmicas, pois a epiderme é cornificada, sem função respiratória;
 Garras que ajudam na proteção e locomoção;

ovo com casca resistente à perda de água, com cavidade amniótica;

 A principal excreta nitrogenada é o acido úrico para diminuir a perda de água para o ambiente.

Os répteis são mais evoluídos que os anfíbios, porém ainda são pecilotérmicos (a temperatura corporal depende da temperatura do ambiente). 
O esqueleto é completamente ossificado e o coração é completamente dividido em quatro câmaras (2 átrios e 2 ventrículos), as hemácias são nucleadas, respiração pulmonar, excreção por rins metanéfricos, ectodérmicos, dioicos com fecundação interna, ovos grande e com desenvolvimento direto.
Com a casca mais grossa, surge o âmnio, que delimita a cavidade amniótica, cheia de líquidos, que protege o embrião contra o dessecamento.

 

anfíbios



ANFIBIOS.

Os anfíbios não são encontrados no ambiente marinho, apenas na água doce e em ambiente terrestre. O nome do grupo, anfíbios (do grego, amphi - dos dois lados + bios = vida), foi dado em razão da maioria de seus representantes possuírem a fase larval aquática e de respiração branquial (lembre-se dos girinos) e uma fase adulta, de respiração pulmonar e cutânea, que habita o meio terrestre úmido. São heterotermos, como os peixes.

Os anfíbios adultos precisam viver perto da umidade: sua pele é fina e pobremente queratinizada, muito sujeita à perda de água. Uma delgada epiderme, dotada de inúmeras glândulas mucosas, torna a pele úmida e lubrificada, constituindo-se de um importante órgão respiratório.
Nos sapos, os pulmões são extremamente simples, equivalem a dois "sacos" de pequeno volume e de pequena superfície de trocas gasosas. Essa característica é que aumenta a importância da pele como órgão respiratório.

FECUNDAÇÃO EXTERNA.

Após certo tempo de desenvolvimento, de cada ovo emerge uma larva sem patas, o girino, contendo cauda e brânquias. Após certo tempo de vida na água, inicia-se uma série de modificações no girino, que prenunciam a fase adulta. A metamorfose consiste na reabsorção da cauda e das brânquias e no desenvolvimento dos pulmões e das quatro patas.