ANFIBIOS.
Os
anfíbios não são encontrados no ambiente marinho, apenas na água doce e em
ambiente terrestre. O nome do grupo, anfíbios (do grego, amphi - dos
dois lados + bios = vida), foi dado em razão da maioria de seus
representantes possuírem a fase larval aquática e de respiração branquial
(lembre-se dos girinos) e uma fase adulta, de respiração pulmonar e cutânea,
que habita o meio terrestre úmido. São heterotermos, como os peixes.
Os anfíbios adultos precisam
viver perto da umidade: sua pele é fina e pobremente queratinizada, muito
sujeita à perda de água. Uma delgada epiderme, dotada de inúmeras glândulas
mucosas, torna a pele úmida e lubrificada, constituindo-se de um importante órgão
respiratório.
Nos sapos, os pulmões são
extremamente simples, equivalem a dois "sacos" de pequeno volume e de
pequena superfície de trocas gasosas. Essa característica é que aumenta a
importância da pele como órgão respiratório.
FECUNDAÇÃO EXTERNA.
Após certo tempo de
desenvolvimento, de cada ovo emerge uma larva sem patas, o girino, contendo
cauda e brânquias. Após certo tempo de vida na água, inicia-se uma série de
modificações no girino, que prenunciam a fase adulta. A metamorfose consiste na
reabsorção da cauda e das brânquias e no desenvolvimento dos pulmões e das
quatro patas.
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